Em minha jornada criativa, aprendi a transformar reveses em oportunidades, e foi assim que Deid, o demônio interdimensional, ganhou vida.
Imagine-se em janeiro de 2023, quando, ansioso para participar de um edital de uma nova revista de terror, criei uma narrativa envolvente. Nela, uma criança malvada em um cinema desencadeia uma série de eventos perturbadores, culminando na morte de um funcionário e no incêndio da sala.
O que o garoto não sabia é que tudo foi meticulosamente orquestrado por uma entidade em busca de um espécime humano capaz de realizar maldades. Essa entidade, conhecida como Deid, é um demônio interdimensional que veio à Terra procurar um ser de pura maldade para levá-lo de volta ao seu planeta. Na terra natal de Deid, o lado bom prevaleceu na guerra do bem contra o mal, e agora a resistência formada por demônios remanescentes procura alguém que possa liderá-los e restaurar o equilíbrio em um mundo onde a maldade está extinta.
Em meio a esse enredo intrigante, percebi que a história original era densa, mas minha conexão com o cativante personagem Deid me levou a uma nova abordagem. Surgiram os “Relatórios de Deid”, nos quais o demônio interdimensional observa potenciais líderes para a resistência em seu planeta natal.
Para tornar a experiência mais interativa, pedi às pessoas nas redes sociais que compartilhassem casos de brincadeiras infantis, utilizando-as como referência para as travessuras de Deid, que observava silenciosamente, sem que ninguém soubesse.
O que começou como uma simples interação nas redes sociais cresceu exponencialmente. Semanalmente, pessoas compartilhavam suas histórias, criando uma comunidade envolvida nas artimanhas de Deid. Em 2023, após uma pausa para reflexão e descanso, retomei o projeto em 2024.
Aqui, no blog, apresentarei os relatórios desde o início, enquanto nas redes sociais continuarei de onde paramos. Em algum momento, os caminhos de Deid podem se cruzar, mas por enquanto, convido você a acompanhar essa narrativa intrigante de forma paralela.
Como escritor, muitas vezes me pego à beira da autossabotagem, mas descobri que manter minha criatividade ativa é a chave para uma escrita vibrante. Nos encontraremos no próximo post para explorar mais a fundo os relatórios de Deid. Até lá!

